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Com pandemia, cadastro de doadores de medula óssea no Rio cai 30% - Editoriais - Band News FM

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Com pandemia, cadastro de doadores de medula óssea no Rio cai 30%

O Redome é o terceiro maior registro de doadores de medula óssea do mundo, com mais de 5 milhões de doadores

Por Produção BandNews FM, às 11:13 - 10/08/2020 | Atualizado às 11:15 - 10/08/2020

O cadastro do doador permanece ativo até os 60 anos de idade (Foto: Divulgação/Inca)

Uma simples e rápida atualização cadastral pode salvar a vida de quem aguarda por um transplante de medula óssea. O problema é que, durante a pandemia, de acordo com o Redome, o número de atualizações destes cadastros, entre março e junho, caiu cerca de 30% em relação à média mensal.

Antes eram 10 mil atualizações por mês e, agora, são cerca de 7 mil atualizações no país. A Coordenadora Técnica do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea, Danielli Oliveira, explica que a atualização dos doadores auxilia a encontra-los com mais agilidade. 

O cadastro do doador permanece ativo até os 60 anos de idade, no entanto, o maior desafio quando uma pessoa compatível é identificada é fazer o contato com ela. Em média 850 pessoas buscam por doadores. Atualmente, cerca de 150 pessoas esperam por uma doação no Brasil. 

O Redome é o terceiro maior registro de doadores de medula óssea do mundo, com mais de 5 milhões de doadores. Quem precisa de um transplante de medula óssea e não encontra doador compatível na família, recorre a estes registros de doadores para a realização do transplante não-aparentado. Atualmente, existem mais de 37 milhões de doadores cadastrados em todo o mundo.

Para fazer a atualização cadastral do Redome é necessário poucos minutos do dia. Ela é gratuita e pode ser feita através do site www.redome.inca.gov.br

 

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