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Impactos negativos da pandemia em empresas são menores na 2ª quinzena de julho - Editoriais - Band News FM

Economia

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Impactos negativos da pandemia em empresas são menores na 2ª quinzena de julho

A redução pode ser atribuída ao avanço da retomada das atividades econômicas no Brasil por causa da flexibilização das medidas de isolamento social

Por Daniella Dias, às 11:56 - 02/09/2020 | Atualizado às 17:58 - 02/09/2020

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O setor de serviços segue sendo o mais prejudicado (Foto: Reprodução | IBGE )

Seis em cada dez empresas afirmam que os efeitos negativos da pandemia de coronavírus foram menores na segunda quinzena de julho, na comparação com a primeira. A redução pode ser atribuída ao avanço da retomada das atividades econômicas no Brasil.

De acordo com dados da Pesquisa Pulso Empresa, divulgados nesta quarta-feira (2) pelo IBGE, 37,5% dos negócios perceberam os impactos decorrentes da crise nas atividades. A percepção é maior entre as de grande porte, com mais de 500 funcionários, e as de pequeno porte, com até 49 empregados.

O setor de serviços segue sendo o mais prejudicado, especialmente os profissionais, administrativos e complementares e aqueles prestados às famílias. Já a área da construção foi a que registrou menor impacto causado pela crise sanitária.

No comércio, pouco mais de 36% das 1.200.000 empresas relataram efeitos negativos, com destaque para o comércio de veículos, peças e motocicletas e comércio varejista. Cerca de 33% dos negócios relataram dificuldades na fabricação de produtos ou acesso a fornecedores.

Segundo o coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE, Flávio Magheli, o resultado da segunda quinzena mostra melhora em comparação à quinzena anterior.

A maior parte das empresas do setor industrial destacou impacto pequeno ou inexistente da pandemia nas atividades. Na outra ponta, 55,4% dos negócios do setor de construção disseram ter sentido os impactos negativos da Covid-19 na segunda quinzena de julho.

Já três em cada dez empresas apresentaram redução nas vendas no período analisado, sendo 43,6% de construção e 38,6% dos negócios de serviços.

Mais da metade das empresas disseram não ter havido mudança no quadro de funcionários ao final da segunda quinzena de julho em relação à quinzena anterior.

Ouça a reportagem completa clicando no player de áudio.

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