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Líder do PSOL pede para que presidente da Alerj não aceite a posse de deputado preso na Lava Jato - Editoriais - Band News FM

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Líder do PSOL pede para que presidente da Alerj não aceite a posse de deputado preso na Lava Jato

O ofício também foi encaminhado para o Conselho de Ética e para a Corregedoria da Casa

Por Daniella Dias, às 16:48 - 25/05/2020 | Atualizado às 16:57 - 25/05/2020

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André Côrrea chegou a ficar mais de um ano preso após ser alvo da Operação Furna da Onça (Foto: Agência Brasil)

O deputado estadual Flávio Serafini, do PSOL, enviou um ofício ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio, André Ceciliano, do PT, pedindo para que ele recuse a posse de André Côrrea, do DEM. O documento também foi encaminhado para o Conselho de Ética e para a Corregedoria da Casa.

Isso porque na última semana o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, suspendeu a liminar da Justiça do Rio que impedia a posse do deputado democrata. André Côrrea chegou a ficar mais de um ano preso após ser alvo de investigações da Operação Furna da Onça, desdobramento da Operação Lava Jato que investiga desvio de dinheiro público em gabinetes da Alerj.

Líder do PSOL na Alerj, Flavio Serafini explica que o objetivo do ofício é pedir para que o Conselho de Ética vote o parecer da Corregedoria da casa, que recomenda a cassação dos mandatos.

O parecer foi feito em 2018, após a operação e reiterado em março de 2019. Além de André Côrrea, o documento também pede a cassação dos mandatos de Chiquinho da Mangueira, do PSC, Luiz Martins, do PDT, Marcos Abrahão, do Avante e Marcos Vinicius Neskau, do PTB - todos reeleitos, além de Coronel Jairo do MDB e Marcelo Simão, do PP.

Também autor do ofício entregue há dois anos, o deputado estadual, Eliomar Coelho, do PSOL, defende a cassação das posses.

Procurada, a ALERJ informou até a tarde desta segunda-feira (25), que não havia sido notificada sobre a decisão do STF. A Assembleia não respondeu, no entanto, porque, pouco mais de um ano depois, a Comissão de Ética ainda não votou o parecer da Corregedoria.

Ouça a reportagem completa clicando no player de áudio.

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