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Rio retoma vacinação de grávidas e mães de recém-nascidos com vacinas Pfizer e CoronaVac - Editoriais - Band News FM

Vacinação

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Rio retoma vacinação de grávidas e mães de recém-nascidos com vacinas Pfizer e CoronaVac

O Ministério da Saúde e Anvisa recomendaram a suspensão do uso da vacina Oxford/AstraZeneca em gestantes

Por Gustavo Sleman, às 21:52 - 11/05/2021

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Os imunizantes Pfizer e CoronaVac continuam sendo aplicados (Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio)

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio retoma nesta quarta-feira (12) a vacinação contra a Covid-19 gestantes e mães de recém-nascidos com comorbidades. Devido a orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa, de não utilizar o imunizante Oxford/AstraZeneca, vão ser aplicadas apenas as vacinas Pfizer e CoronaVac, de acordo com a disponibilidade.

Segundo a pasta, para que a aplicação seja feita, é necessário apresentar um laudo médico justificando a recomendação e avaliação da relação risco-benefício para a vacinação, além da assinatura de um termo de esclarecimento.

Nesta terça-feira (11), o Ministério da Saúde confirmou que o caso da grávida que morreu após ter sido vacinada contra a Covid-19 com uma dose do imunizante da AstraZeneca é do Rio de Janeiro. A pasta ressaltou, no entanto, que o episódio ainda está sob investigação e não é possível afirmar que a morte foi ocasionada pela imunização.

Por cautela, a Anvisa recomendou a suspensão do uso da vacina em gestantes. A agência e o Ministério foram notificados na sexta-feira (10). A grávida seria uma promotora de 35 anos e que sofreu um acidente vascular cerebral hemorrágico. Reuniões foram realizadas no fim de semana.

Governos e prefeituras de todo país alteraram a vacinação deste grupo. A campanha não sofreu alterações em pelo menos cinco estados, que já realizavam a imunização apenas com a vacina da Pfizer. Até o momento, não informações sobre outros eventos adversos graves envolvendo grávidas.

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Franciele Francinato, a indicação é que gestantes e puérperas com comorbidades que se vacinem com outro imunizante.

O presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Agnaldo Lopes, informou que o órgão também acompanha toda situação.

A pasta ressaltou, no entanto, que o episódio ainda está sob investigação e não é possível afirmar que a morte foi ocasionada pela imunização.

Em São Paulo, a vacinação de grávidas e mulheres no pós-parto com comorbidades também foi interrompida e vale para todas as vacinas.

Em Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Sergipe, a suspensão vale apenas para a vacina da Fiocruz. A medida também foi tomada no Distrito Federal e em capitais como Porto Alegre e Goiânia.

Na Paraíba, apenas as cidades de João Pessoa, Campina Grande e Cabedelo vão continuar a imunização das mulheres, mas apenas com doses da CoronaVac e Pfizer. Já no Mato Grosso, as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande suspenderam a vacinação deste grupo.

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