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Taxa de desemprego sobe para 14,6% no trimestre de março a maio - Editoriais - Band News FM

Mercado de Trabalho

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Taxa de desemprego sobe para 14,6% no trimestre de março a maio

Aumento é de 0,2% na comparação com o período entre dezembro, janeiro e fevereiro

Por Andrezza Buzzani, às 16:08 - 30/07/2021

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A taxa de informalidade cresceu para 40,0% no trimestre até em maio (Foto: Agência Brasil)

A taxa de desemprego sobe para 14,6% no trimestre de março a maio. O aumento é de 0,2 ponto porcentual na comparação com o período entre dezembro, janeiro e fevereiro. 

Os resultados correspondem a 14 milhões e 800 mil pessoas buscando um trabalho no país. Essa é a segunda maior taxa da série histórica, iniciada em 2012 pelo IBGE. 

O recorde foi de 14,7%, registrado nos dois trimestres imediatamente anteriores, fechados em março e abril.

Após da divulgação dos dados pelo IBGE nesta sexta-feira (30), o ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou a metodologia utilizada e disse que o Instituto de pesquisa está na Idade da Pedra Lascada.

O IBGE foi procurado para comentar a declaração do ministro, mas disse que não vai se manifestar. 

Guedes também afirmou que cerca de um milhão de empregos estão sendo criados no país a cada três meses e meio.

A colunista de economia da BandNews FM, Juliana Rosa, explica que os dados mostram um aumento no número de pessoas que passou a procurar por emprego com as flexibilizações nas medidas de combate a pandemia da Covid-19.

Ainda segundo a pesquisa do IBGE, a população na força de trabalho, que inclui as pessoas ocupadas e desocupadas, cresceu em um milhão e 200 mil.

Na comparação com o trimestre fechado em maio do ano passado, a força de trabalho cresceu 2,9%, mas foi influenciada, principalmente, pelo aumento de 2 milhões e 100 mil da população desocupada. 

A taxa de informalidade cresceu para 40,0% no trimestre até em maio, com 34 milhões e 700 mil pessoas, mas continua abaixo do nível pré-pandemia. No trimestre anterior, a taxa foi de 39,6%. 

Com relação ao mesmo período do ano passado, o país teve menos 1 milhão e 300 mil pessoas com carteira assinada. 

Já o número de trabalhadores por conta própria subiu 3,0% comparado trimestre anterior analisado pela pesquisa.

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